Luso-brasileira, fotografa desde 2011. Tem seu trabalho focado em manifestações culturais. Desde 2017 integra o grupo de artistas da Photoarts Gallery, em São Paulo, com a série “Meu Carnaval” e teve seu trabalho exibido em festivais de fotografia pelo Brasil.
Pomuch
O Dia dos Mortos mexicano é lembrado por cemitérios enfeitados e caveiras coloridas. Mas na pequena Pomuch, na península Yucatán, tradições maias aproximam vivos e mortos não apenas em espírito.
Ali, após 3 anos de falecimento, o corpo é exumado e os restos depositados em caixas forradas com um tecido branco contendo figuras coloridas. O ritual consiste em trocar o tecido e limpar os ossos.
Não há medo, afinal é família. O ambiente colorido e lúdico nos desloca para um mundo onde a morte é parte da rotina e nos lembra que a vida deve ser celebrada. Em Pomuch também se crê que os espíritos visitam os vivos. Mas como me disse “Seu” José Izabel, para este encontro é preciso tomar banho e mudar a roupa.





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